Uma imagem desenhada por mim.
Inspiração do verdadeiro prisma dos seus discos e DVDs.
Lembranças acima de tudo
do Pink Floyd que era e continua sendo bastante importante na minha vida. Uma
religião. Sinto a luz em suas melodias. O ritmo fala.
Através das figuras que
fazem parte do conjunto, dos seus álbuns consigo particularmente ver, sentir e
me identificar.
Vejo através deles a
representação de todos os títulos dos textos que escrevi neste livrinho, mais
particularmente nestes dois.
O prisma que transformei
trabalhando-os apareceu sem modificar as cores e as formas de várias maneiras
como representando uma transferência.
O comprometimento já
vejo na luz do meio do triângulo. Sinto a força da luminosidade e consigo
imaginar a potência dela quando me comprometo de verdade com algo positivo, com
superação e sinto, imagino e me identifico neste momento da minha vida com
aqueles dizeres: “Após a guerra, a
gratidão da paz”.
No entanto, se não houver
comprometimento, mas um pensamento negativo e uma porta aberta para o lado ruim
da mente, esta luz se apagará e as cores do prisma serão obscurecidas. Imagina
como ficaria a imagem.
Tudo muito louco e
abstrato.
O Pink Floyd me faz
viajar, imaginar, me chapar.
Faz-me chegar ao
Universo, superar o planeta e até mesmo imaginar outras dimensões.
Através das suas imagens
ouço suas músicas, sua melodia sem necessariamente ter que escutá-las pelos
ouvidos da carne.
Inspira-me e me projeta.
Tira-me de qualquer
local indesejável. Fixando os olhos na imagem posso apagar tudo que me rodeia.
Falo tudo isto em
pedaços porque são sentimentos que sinto e não tem tamanho nem forma que
exteriorize tudo isso.
Quando fecho os olhos, meu corpo fica colorido
e no pensamento dirigido a estas imagens que para mim são vivas me tranquilizo
me aposso delas e me renovo na consciência de tê-las à minha disposição.
Utilizo suas cores até nas minhas
orações e através delas me misturo buscando a paz.
Este é o prisma que
enxergo.
Alexandre
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