sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Prisma




                        Uma imagem desenhada por mim. Inspiração do verdadeiro prisma dos seus discos e DVDs.
                        Lembranças acima de tudo do Pink Floyd que era e continua sendo bastante importante na minha vida. Uma religião. Sinto a luz em suas melodias. O ritmo fala.
                        Através das figuras que fazem parte do conjunto, dos seus álbuns consigo particularmente ver, sentir e me identificar.
                        Vejo através deles a representação de todos os títulos dos textos que escrevi neste livrinho, mais particularmente nestes dois.
                        O prisma que transformei trabalhando-os apareceu sem modificar as cores e as formas de várias maneiras como representando uma transferência.
                        O comprometimento já vejo na luz do meio do triângulo. Sinto a força da luminosidade e consigo imaginar a potência dela quando me comprometo de verdade com algo positivo, com superação e sinto, imagino e me identifico neste momento da minha vida com aqueles dizeres: “Após a guerra, a gratidão da paz”.
                        No entanto, se não houver comprometimento, mas um pensamento negativo e uma porta aberta para o lado ruim da mente, esta luz se apagará e as cores do prisma serão obscurecidas. Imagina como ficaria a imagem.
                        Tudo muito louco e abstrato.
                        O Pink Floyd me faz viajar, imaginar, me chapar.
                        Faz-me chegar ao Universo, superar o planeta e até mesmo imaginar outras dimensões.
                        Através das suas imagens ouço suas músicas, sua melodia sem necessariamente ter que escutá-las pelos ouvidos da carne.
                        Inspira-me e me projeta.
                        Tira-me de qualquer local indesejável. Fixando os olhos na imagem posso apagar tudo que me rodeia.
                        Falo tudo isto em pedaços porque são sentimentos que sinto e não tem tamanho nem forma que exteriorize tudo isso.
                         Quando fecho os olhos, meu corpo fica colorido e no pensamento dirigido a estas imagens que para mim são vivas me tranquilizo me aposso delas e me renovo na consciência de tê-las à minha disposição.
                       Utilizo suas cores até nas minhas orações e através delas me misturo buscando a paz.
                        Este é o prisma que enxergo.
Alexandre

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